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por emootiva

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Agosto é o mês em que celebramos o Dia do Artista e, por isso, a data escolhida para termos dado início à nova rúbrica A artista que habita em mim.

Na emootiva, queremos dar voz a quem faz da palavra escrita a sua forma de arte — porque escrever também é uma das sete artes: aquela que transforma o silêncio em partilha, que aproxima pessoas, que resgata memórias, que dá voz a quem precisa, que faz sonhar, que motiva, que inspira, que cura, que entretém.

A Sofia Pereira é uma das autoras inscritas na nossa comunidade e a terceira entrevistada desta rúbrica. Escreve, acima de tudo, textos motivacionais. E, aqui, numa breve entrevista, partilha connosco o que a move, inspira e distingue enquanto artista da escrita.

Para ti, o que é ser artista?

Ser artista é transformar a alma em matéria sensível — dar forma ao invisível, corpo à emoção, voz ao silêncio. É tocar o outro com autenticidade, criando pontes de empatia onde antes só havia distância.

Quando escreves, sentes que estás a criar arte? Porquê?

Sim, porque ao escrever dou vida às emoções e transformo o meu interior em algo que pode tocar o outro. Cada palavra é uma pincelada da alma — sincera, sentida, única.

O que gostavas que a tua escrita provocasse nas pessoas?

Gostava que a minha escrita despertasse emoção, reflexão e empatia. Que fosse abrigo nos dias difíceis e impulso para agir com mais verdade e humanidade.

Que caraterística sentes que te distingue enquanto artista?

A autenticidade. Escrevo com verdade, deixando que as emoções guiem cada palavra, sem máscaras, só essência.

Completa: “A minha arte nasce quando…”

… o coração transborda e as palavras se tornam o único caminho para respirar.

Quem ou o quê inspira a tua arte?

Inspira-me a vida e o mundo — as emoções, as memórias, os silêncios, as pessoas que me tocam e os pequenos gestos que revelam o mundo.

A tua escrita tem uma missão? Qual?

Sim, tem a missão de tocar, curar e inspirar. De criar pontes entre sentimentos e despertar nos outros a coragem de sentir e de ser.

Se nunca mais pudesses escrever, o que ficava por dizer?

Ficava por dizer o que só o coração, em palavras, consegue revelar.

Completa: “A escrita salvou-me de…”

… afogar as emoções no silêncio e esquecer quem sou no meio do ruído do mundo.

Como gostavas que te lembrassem enquanto artista?

Gostava que me lembrassem como alguém que escreveu com alma e verdade, que tocou corações e deixou nas palavras um rasto de luz, empatia e sentido.

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